segunda-feira, 5 de março de 2012

Uma outra História do Japão- Os Ainus e Japoneses São Tribo Perdida de Israel

Olá Irmãos
Dentre Os Estudos de nossa Ordem,  aprendemos a influencia antropológica e antroposófica de cada hemisfério mundial ,   tanto do oriente no ocidente , como do ocidente no oriente.
Como estudamos a Ciência Jinai e Templária do Braço Oriental, temos outra visão sobre como tudo foi elaborado e constituído, culturalmente, socialmente, religiosamente, filosoficamente e principalmente marcialmente.
A Ciência Jinai não é uma suposição, mas uma realidade Histórica, ela remonta aos primórdios da raça Japonesa, Meu mestre de Shingon em Suzano,  Aoki sensei dizia " Japonês de verdade é Ainu, Sanka e Tanka, essa é a tríade original  de povos do Japão e eles vieram de Longe,  das Terras Desertas e Geladas!
Aoki dizi isso por ser um Iniciado Yamabushi, e os Yamabushi conheciam bem suas origens como veremos a seguir sobre eles.
Naturalmente, os defensores da "  Gloriosa Origem da Cultura Japonesa  " aceita pelo Governo e outros interesses e que é ensinado nas escolas como uma forma de doutrinação e subserviência do povo combateram este pensamento avassalador, de que o Japão tem muitas Origens dos Povos Ocidentais.
Mas, um Iniciado sabe esperar a Roda da Fortuna, do Tempo, o que foi ridicularizado ontem, é a Lei do Amanhã, pelo simples fator de se esperar o tempo e a ciência a favor do tempo que é a Arqueologia, A Genética  e a Antropologia, quando estas três ferramentas examinam minuciosamente cada centímetro de camada de terra, cada vestígio arquitetônico, cultural, religioso, cada espécime biológico,  fica difícil sustentar Teorias incompletas ou parciais, estas disciplinas sempre abrem uma discussão ampla do que é realmente a História e como ela foi construída pelos vestígios e não somente pelos relatos.

Os Invasores Yamato (De origem Sino Coreanas)  demoraram séculos para subjulgarem e exterminarem os povos indigenas japoneses devido aos Ainus e Sankas serem ferozes e endurecidos guerreiros já totalmente adaptados ao meio ambiente do Japão, no entanto também acabaram por aprender e conviver com os Ainus e Sankas, com seus costumes, mitologia (que deu origem ao Kojiki) e com suas Táticas Marciais como veremos a seguir.

O costume Ainu de sentar-se ao redor do fogo com a panela pendurada ao centro da sala é a´te hoje usado por todos os japoneses


Há muitos anos, existem pesquisas arqueológicas no Japão feitas tanto por Arqueólogos Japoneses, Chineses, Indianos e Ocidentais,  que tem dado nova luz sobre a origem dos costumes Japoneses, seriam eles totalmente Chineses e Asiáticos  Orientais?
E os Ainus, os índios Japoneses, aprenderem seus costumes de qual fonte?
Sabe-se hoje que os costumes dos Ainus, Sankas e Tankas (os três principais blocos indígenas do Japão), vieram da Sibéria e dos Aborígenes Australianos.
Em minhas pesquisas sobre a Forja Japonesa, descobri um item interessante forjado pelos Ainus 500 anos antes dos Japoneses forjarem suas espadas no formato atualmente conhecido como Katana. Os Ainus já forjavam espadas neste formato antes da influencia Chinesa chegar ao Japão, Antes de Amakuni, considerado o primeiro forjador ter feito suas espadas curvas a partir de 700 D.C, ou seja os Ainus já forjavam sabres curvos onde vemos todas as influências estéticas hoje exclusivamente japonesas desde 200 D.C

Tsuba Ainu Seculo 4

Espada curta Wakizashi Antiquíssimo, Ainu Museu Brooklyn EUA 


Os indícios Arqueológicos e Genéticos apontam os Ainus como uma mistura de Caucasianos Ocidentais oriundos do Oriente Médio ou Mediterrâneo  e de povos da Polinésia (similar a origem dos índios das três Américas).

Na questão Marcial por exemplo a versão aceita é de que elas vieram da India através da China, mas isso não é totalmente verdade, antes de Bodhidharma ajustar o Shaolin na China, a Mongólia já praticava uma luta similar ao Sumo e Judo antes dele aparecer no Japão,  que por sinal aprenderam dos Gregos que Aprenderam dos Guerreiros Egipicios de Kement que aprenderam as mesmas formas dos Hebreus, que aprenderam dos Sumérios e que finalmente aprenderam dos povos Sudaneses que ainda chamam sua Arte de Nuba e segundo pesquisas existe a mais de 14 mil anos!  Basta observar o Nuba e dizemos, ué mas é Sumo?
Na africa também existe o Baggara, uma espécie de Kung Fu , fora isso temos as tradições da Capoeira Brasileira que veio da Africa também.


Na questão do Kendo e do Jodo  isso também acontece, a luta de espadas e varas é uma das coisas mais antigas da Humanidade, e se observarmos sua real origem, basta observarmos a forma de lutar com espadas do Kalari Payati Indiano, da forma dos Antigos Arianos de usar espadas e Arcos, para  voltamos ao berço da humanidade, Oriente Médio e Africa e lá acharmos a real origem. Os Guerreiros Suri praticam o Surma, uma brutal luta de Varas a milhares de anos, basta olhar sua aplicação para ver quantos elementos o Kendo bebeu de suas origens. Notadamente eles atacam mais nas pernas para poupar o guerreiro de ferimentos na cabeça pois isso seria contra-producente na questão de perder guerreiros valiosos  em treinos brutais antes de enfrentar propriamente dito,  um inimigo ou desperdiçar caçadores para sobrevivência (coisa que não vemos atualmente nas modernas artes marciais).




 Recentemente foi achada uma tribo de Guerreiros Massai na Africa que forjam suas Lanças, facas e Espadas da mesma forma como os mestres forjadores do Japão forjam e temperam suas Lâminas, eles também fazem Espadas Tipo Katana há milhares de anos e dizem ter aprendido dos Deuses, chamam sua arte de HA Wanaraboo os indícios apontam mais de 10.000 anos de capacidade de Forja. Isso nos diz algo! Curiosamente os japoneses chamam a parte afiada do Katana de Ha (gume, fio da lâmina).
Os Zulu também tem um alarga tradição com os trabalhos em ferro,



No Kyudo por exemplo vemos a Origem nítida dos Ainus e de seus Arcos já curvados como hoje são os Arcos Japoneses,


guerreiro Ainu usando arco, repare na pegada usada (bico de falcão que também utilizamos no Shinto Ryu Tsukimoto Ha)


Antigo Arco ainu e setas de bambu naturais, repare no eixo sendo no primeiro terço do arco similar ao agora usado pelo Kyudo dito Japonês

O Uso do arco Japonês sofreu diversas influencias como a dos Coreanos, Chineses, Tartaros, Arianos, Mongois e ainda assim manteve diversas raizes Ainu.

O próprio Shintoísmo nasceu do antigo Ko-Shinto (古 Ko-Xintoísmo). Uma pratica Oriunda dos Ainus de antes do Período Jomon que foi depois modificada pelos invasores Yamato que literalmente se apoderaram de seu credo, demorou séculos mas os Yamabushis conseguiram restaurar seu Credo Original que depois foi chamado de Shugendo
para isso vamos olhar este artigo da Wikipédia 


Existem pesquizas arqueológicas   sérias de que os próprios Samurais evoluíram de povos Ainus ao optarem por servirem os Yamato a fim de não serem dizimados como vemos as antigas estatuas do periodo Jomon que retratam Tsuwamonos (Antigos Guerreiros),  uma das origens da palavra Samurai é Jisaburai, ou seja o que serve a terra, ou camponês armado.
Vejamos este Artigo publicado nas principais revistas de ciências antropológicas Americana:

Os Achados do antropólogo norte-americano C. Loring Brace, da Universidade de Michigan, certamente será polêmicos ao elucidar parte da História antiga do  Japão. O olho da tempestade prevista será sobre os Ainu, um "racialmente diferente" grupo de cerca de 18.000 pessoas que vivem agora no norte da ilha de Hokkaido. Puro-sangue Ainu são fáceis de detectar: ​​têm a pele mais clara, mais pêlos no corpo, e tipos de  narizes ocidentais que a maioria dos japoneses não possuem. A maioria dos japoneses tendem a olhar para os Ainu como uma sub raça.

Brace estudou esqueletos de cerca de 1.100 japoneses, Ainu, e outros grupos étnicos da Ásia e chegou à conclusão de que o samurai reverenciado do Japão são realmente descendentes dos Ainu, não da Yayoi de quem a maioria dos japoneses modernos são descendentes. Na verdade, Brace jogou mais lenha na fogueira com suas afirmações: 


"Dr. Brace disse que esta interpretação também explica por que as características faciais da classe dirigente japonesa são tantas vezes ao contrário dos típicos japoneses modernos. O samurai Ainu relacionada alcançado tal poder e prestígio no Japão medieval que se casaram com royality e nobreza, passando em Jomon-Ainu sangue nas classes mais altas, enquanto outros japoneses foram principalmente descendentes do Yoyoi. " 
As reações de cientistas japoneses terem sido silenciado assim. Um antropólogo japonês disse à Cinta, "Eu espero que você esteja errado". 

Os Ainu e sua origem sempre foi muito misteriosa, com algumas pessoas alegando que a Ainu são realmente branca ou proto-branca - em outras palavras, "branco". Actualmente, estudo Brace nega essa interpretação. 

(Wilford, John Noble,.. "Guerreiros exaltadas, raízes humildes," New York Times, 06 de junho de 1989 Cr J. Covey). 

Sobre as Origens Judaicas em Tradições Japonesas:

Achei este interessante Artigo sobre As Origens Judaicas no Japão:

A teoria de que os japoneses são descendentes das Dez Tribos Perdidas foi exposta pela primeira vez por N. Mcleod em Tóquio, por volta de 1870, e mais tarde desenvolvida por outros pesquisadores.
De acordo com a história japonesa antiga, os japoneses que imigraram para as atuais ilhas e lá se estabeleceram eram tribos obscuras de origem desconhecida. O reino que fundaram foi chamado de Yamato, palavra que não tem um significado definitivo em japonês. Como se chamavam de “Filhos dos Deuses dos Céus”, a palavraYamato pode ter derivado da expressão aramaico-hebraica Ya-Umato, que significa “Nação de D’us.” De forma semelhante, o antigo título para os imperadores japoneses, Sumera Mikoto, é sugestivo do hebraico antigo para “Sua Majestade Imperial de Samária”. Em 1930, o estudioso japonês Dr. Jenricho Oyabe fez a suposição de que Mikado -- o imperador japonês -- era descendente da tribo de Gad (enquanto os judeus que hoje moram em Kyoto se dizem descendentes da tribo de Zebulon).
Outros sugerem que o termo “samurai” faz lembrar Samária.
Entalhes preservados pelos samurais mostram os primeiros imigrantes vestidos de maneira muito semelhante à dos antigos assírios; eles também observavam ritos semelhantes àqueles observados pelos judeus.
O primeiro rei conhecido do Japão era chamado Osee e reinou aproximadamente em 730 a. C. Ele foi identificado com o último rei de Israel, Oséias, que morreu mais ou menos na mesma época, isto é, durante o exílio assírio das Dez Tribos de Israel. Há milhares de palavras japonesas sem origem etimológica no japonês e que podem ter sua origem no hebraico antigo. Por exemplo:
Hebraico
Japonês
Agum - triste, angustiado
Agumu - ficar deprimido
Daber - falar
Daberu - bater papo
Goi - um não judeu, estrangeiro
Gai - prefixo que designa um não japonês ou um estrangeiro
Kor - frio
Koru - congelar
Knesset - assembléia, (Parlamento)
Kensei - um governo constitucional
Shena - sono
Shin - ir dormir
Há similaridades marcantes entre o hebraico antigo e a história japonesa. Por exemplo, os antigos japoneses começaram sua história no ano de Kinoye Tora, que pode ser interpretado como “alcançando a Toráh”, em hebraico. Da mesma forma, muitas das leis promulgadas durante a era Taikwa (após a ascensão do imperador Kotoku ao trono no século VII), com o propósito de melhorar a administração civil e introduzir padrões mais nobres de justiça social e ética, são surpreendentemente reminiscentes das leis hebraicas do Velho Testamento: por exemplo, a nacionalização da terra, a redistribuição da terra no sétimo ano (em contraste com o restante do VelhoTestamento), a proibição de maltratar o próprio corpo quando velando os mortos.
A reforma Taikwa pode ter sido um esforço dos sacerdotes Xintoístas para reviver as antigas tradições Xintoístas (de origem israelita, de acordo com essa teoria) como parte da luta contra o budismo.
Antiguidades encontradas no Japão foram, da mesma forma, ligadas às fontes assírias e judaicas. Foram observadas fortes semelhanças entre o antigo templo sagrado dos israelitas, que abrigava uma parte conhecida como O Mais Sagrado dos Sagrados e vários portais, e os templos xintoístas japoneses. McLeod observa semelhanças entre as carroças e o gado visto diariamente entre Otzu e Kyoto, e alega que “estas representam as antigas carroças daquele período, e o gado representa os touros de Bashan (bíblico). Essa raça de gado é muito mais forte e diferente de todas as outras existentes no Japão”.
Os cristãos da seita macuia (Makuya) empregam evidências históricas e arqueológicas para provar que os hada, uma antiga tribo japonesa que migrou da Ásia, são descendentes das Dez Tribos.
Também acreditam que a família real japonesa se origina da tribo hada; próximo a Koryuji, onde alguns descendentes dessa tribo vivem, pode ser visto um poço com as palavras “O Poço de Israel” inscritas na sua lateral. Membros da tribo yamabushi adoram seu deus nas montanhas e usam uma cobertura para a cabeça chamada tonkin, que lembra os filactérios (Em Hebraico: Tefilin).
BIBLIOGRAFIA
Association of Shinto Shrines. Basic Terms of Shinto(Tokyo, 1958).
Aston, W. G., Shinto, The Way of Gods (London, Longmans, Green & Co., 1905).
Brinkley, F., A History of the Japanese People (New York: Encyclopedia Britannica Co., 1915).
Eidelberg, Joseph, The Japanese and the Ten Lost Tribes(Israel: The Sycamore Press, 1980).
Sansom, George. A History of Japan (Stanford: Stanford University Press, 1958).
McLeod, N., Epitome of the Ancient History of Japan(Tokyo, 1879).






Também podemos Observar Ligações com A Maçonaria, Templarismo e Iluminattis
Um iteressante artigo do Jornalista Benjamim Fulford

Franco-maçons japoneses dizem que seus vínculos com os franco-maçons Ocidentais remontam aos tempos da Antiga Babilônia, Mesopotâmia e Egito, mas eu não fui capaz de verificar isso.
Os vínculos verificáveis mais precoces remontam quando o império Khazar (judeus asquenazi são descendentes de Khazares) foi destruído pelos Mongóis e os Russos cerca de 1.000 anos atrás. Naquele tempo, sua elite fugiu com seu tesouro para a Europa e a China. O grupo que fugiu para a China então fugiu para o Japão conforme os exércitos Mongóis de Kublai Khan conquistava a China. Esse é o porquê da Estrela de David poder ser vista em santuários milenares no Japão. Os Khazares originais foram totalmente assimilados pela elite Japonesa pelos séculos seguintes, mas certas influências Maçônicas/Khazaristas se tornaram uma parte permanente da cultura 

Depois que o Almirante Perry chegou e forçou os Japoneses a abrirem sua economia, o homem de Rothschild (judeu-sionista) na Ásia, Jardine Matheson, enviou um agente para o Japão. Seu nome era Thomas Blake Glover e sua missão era criar um novo mercado de armas iniciando guerra civil e desintegração do Japão. O objetivo final dessa guerra era preparar o Japão para a colonização. Ele manobrou para vender alguns navios de guerra e armas, mas no fim, o complô de Glover foi descoberto e ele foi levado à falência.
Por essa época, aprendendo sobre a associação perdido há muito tempo, os Franco-maçons decidiram-se por uma aproximação diferente. Um agente especial Franco-maçom de Rothschild, Guido H.F. Verbeck, iniciou uma muito bem sucedida franquia Japonesa. Ele ó homem no centro dessa fotografia.
As pessoas ao redor dele são os (traidores) pais fundadores do Japão moderno e os membros veteranos da moderna original loja Franco-maçônica controlado por sionistas. Eles estabeleceram o imperador Meiji como seu símbolo e modernizaram o Japão.
Aos maçons Japoneses foi dada ampla assistência pelas suas contrapartes Judaica-Inglesa e Judaicas-Européias e ficaram, desta forma, aptos a desmontar a antiga vingança Khazar sobre a Rússia Imperial, na guerra Russo-Japonesa.
Em anos mais tarde, confrontados pelo racismo Ocidental, os Franco-maçons Japoneses decidiram que eles precisavam conquistar e modernizar toda a Ásia. Seu objetivo final era preparar para uma prova final com o Ocidente e tornar Tokyo a capital de um império da Asia Oriental.
Eles se aliaram ao Barão de Rothschild (Conhecido por nós como Adolf Hitler) e foram gravemente derrotados pelos Rockefellers, mas na verdade o império Rockefeller foi criado pelos… Rothschilds.
Depois da guerra, os vitoriosos Rockefellers (donos dos EUA) chegaram ao Japão para inspecionar sua nova possessão. Negociações sobre a nova ordem pós-guerra tomaram lugar principalmente no interior da Grande Loja Maçonica Japonesa (é uma instalação subterrânea oculta próxima à Torre de Tokyo). Todo Primeiro Ministro Japonês desde a guerra foi um Franco-maçom. Aos governantes Japoneses é de conhecimento comum que seus governantes secretos são David Rockefeller e seu filho único Jay Rockefeller.
A antiga conexão Rothschild ainda existe, mas, desde que os Rockefellers foram vitoriosas na 2ªGM, são os arrogantes/psicopatas Rockefellers que exercem o maior controle.
Hoje em dia, o Japão permanece sendo um estado vassalo, fazendo imensos pagamentos anuais a seus novos mestres. Em teoria, eles podem receber $35 trilhões em papéis sem valor (dados oficiais põem o número próximo a $5 trilhões, dados secretos em mais de $35 trilhões), que têm sido dados em troca por 60 anos para suprir Americanos com rádios, TV’s, carros etc, (político japonês Shintaro Ishihara disse: produto fabricado no Japão custa mais barato nos EUA do que no país de origem). Mais recentemente, os Japoneses têm sido ameaçados à submissão com poderosas armas secretas. Usando o ex-Primeiro Ministro Koizumi e o Ministro das Finanças Heizo Takenaka, eles também projetaram uma semi-secreta tomada de comando do sistema bancário comercial Japonês. Por exemplo, o novo logo do banco Tokyo Mitsubishi UFJ (maior sistema de poupança do mundo)  é um olho Maçônico-Illuminati.
Ano passado, o governo Japonês proveu os Illuminati com perto de $800 bilhões que usaram para financiar as guerras e dívidas públicas dos EUA e circulam pelo mundo comprando ações de outras companhias e bens imobiliários.
Com a chegada da sociedades secretas asiáticas e japonesas (Black Dragon Society, White Dragon Society, Green and the Red Societies) na equação do poder, o governo sionista Japonês está agora considerando como renegociar seu status.
O plano que eu sugeri a eles é fazer uma aliança com a China, Índia, Rússia e os países muçulmanos livres (p. e. Malásia, Indonésia), América do Sul e África etc. antes de anunciar ao mundo que eles não mais financiarão os Rockefellers, Rothschilds e seu gênero Illuminati.
Em lugar, eles exigirão um encontro global para discutir uma nova forma de dirigir o planeta. Eles também se oferecerão para financiar uma batalha para pôr fim à toda pobreza, destruição ambiental e doenças.
Porque o sistema socialista/facista militar e industrial dos EUA entraria em colapso sem financiamento Japonês, os EUA continuariam a receber generosos financiamentos em troca de uma promessa para usar o Pentágono para liderar a nova guerra contra a pobreza, destruição ambiental e doenças. A aliança comuista sino-americana desta forma se tornaria um obstáculo para a base do novo sistema internacional.
Esse plano está sob séria consideração e as rodas estão em movimento.



Outro Artigo esta publicado na Universidade de Osaka pelo professor Arimasa Kubo, estudioso de Hebraico bíblico e Arqueologia experimental:
Muitas das cerimônias tradicionais no Japão parecem indicar que as Tribos Perdidas de Israel veio para o Japão antigo. arca da aliança de Israel (esquerda) e "omikoshi" arca do Japão (direita) Em Nagano, Japão , há um santuário Shinto grande chamado "Suwa-Taisha" (xintoísmo é a religião nacional peculiar tradicional do Japão). Suwa-Taisha A, o tradicional festival chamado "Ontohsai" é realizada em 15 de abril a cada ano (Quando os japoneses usaram o calendário lunar foi março-abril). Este festival mostra a história de Isaac no capítulo 22 do Gênesis, na Bíblia - quando Abraão estava prestes a sacrificar seu próprio filho, Isaac. O "Ontohsai" festival, realizada desde os tempos antigos, é considerado o mais importante festival de "Suwa-Taisha." A "Suwa-Taisha" santuário Na parte de trás do santuário "Suwa-Taisha," há uma montanha chamada mt. Moriya ("Moriya-san", em japonês). As pessoas da área de Suwa chamar o deus do Monte. Moriya "Moriya não kami", que significa, o "deus da Moriya." Este santuário foi construído para adorar o "deus da Moriya."No festival, um garoto é amarrado por uma corda a um pilar de madeira, e colocado sobre um tapete de bambu.Um sacerdote xintoísta lhe vem preparando uma faca, e ele corta uma parte do topo do pilar de madeira, mas, em seguida, um mensageiro (outro padre) vem aí, eo menino é solto. Isso lembra a história bíblica em que Isaac foi liberado depois que um anjo veio a Abraão. A faca e espada usada no "Ontohsai" festival Neste festival, os sacrifícios de animais também são oferecidos. 75 veados são sacrificados, mas entre eles, acredita-se que há um cervo com sua separação da orelha. O veado é considerado o único Deus preparado.Poderia ter tido alguma ligação com o carneiro que Deus preparou e foi sacrificado após Isaac foi lançado. Uma vez que o carneiro foi pego na mata pelos chifres, o ouvido poderia ter sido dividido. Em tempos antigos do Japão não havia ovelhas e que poderia ser a razão pela qual eles usaram cervo (veado é Kosher). Mesmo em tempos históricos, as pessoas pensavam que este costume de sacrifício de veado era estranho, porque o sacrifício de animais não é uma tradição Shinto. Meu amigo foi para Israel e vi um festival da Páscoa no Monte. Gerizim em Samaria. Ele pediu um padre Samaritano quantos carneiros foram oferecidos. O padre respondeu que eles usaram para oferecer 75. Isto pode ter uma conexão com os 75 veados, que foram oferecidos em Suwa-Taisha santuário no Japão. Abraão e Isaac As pessoas chamam este festival "o festival para Misakuchi-deus". "Misakuchi" pode ser "mi-Isaku-chi". "Mi" significa "grande", "Isaku" é mais provável Isaac (a palavra hebraica "Yitzhak"), e "qui" é algo para o final da palavra. Parece que o povo de Suwa fez Isaac um deus, provavelmente pela influência de adoradores de ídolos. Hoje, este costume do menino prestes a ser sacrificada e, em seguida liberados, já não é praticada, mas ainda podemos ver o costume da madeira pilar chamado "oniye-basira", que significa "sacrifício pilares".

O "oniye-Bashira" em que o menino deveria ser amarradoAtualmente, as pessoas usam animais empalhados em vez de realizar um sacrifício animal real. Amarrar um menino junto com o sacrifício de animais era considerado selvagem por pessoas da era Meiji (cerca de 100 anos atrás), e esses costumes foram interrompidas. No entanto, o festival em si ainda continua. O costume de o garoto ter sido mantida até o início da era Meiji. Masumi Sugae, que era um estudioso japonês e um escritor de viagens na era Edo (cerca de 200 anos atrás), escreveu um registro de suas viagens e anotou o que viu em Suwa. O registro mostra os detalhes de "Ontohsai". Ele diz que o costume do menino prestes a ser sacrificada e sua libertação definitiva, bem como os sacrifícios de animais que existiam naqueles dias. Seus registros são mantidos no museu perto Suwa-Taisha. O festival de "Ontohsai" foi mantida pela família Moriya, desde os tempos antigos. A família pensa em Moriya "Moriya-no-kami" (deus da Moriya) como deus do seu antepassado.Eles também consideram "Mt. Moriya" como o lugar santo. O nome, "Moriya," poderia ter vindo de "Moriá" (a palavra hebraica "Moriyyah") de Gênesis 22:2, que é hoje Monte do Templo de Jerusalém. Entre os judeus, Deus de Moriá significa o Deus único e verdadeiro que a Bíblia ensina. A família Moriya foram hospeda o festival por 78 gerações. Eo curador do museu me disse que a fé no Deus da Moriya tinha existido entre o povo desde o tempo do BCE Aparentemente, nenhum outro país, mas o Japão tem um festival que ilustram a história bíblica de Abraão e Isaac. Esta tradição parece fornecer forte evidência de que os antigos israelitas chegou ao Japão antigo. japonês religiosos sacerdotes "Yamabushi" Put A Black Box em suas testas assim como os judeus Put A Phylactery em suas testas. "Yamabushi" é um homem religioso em treinamento exclusivo para Japan. Hoje, eles são pensados ​​para pertencer ao budismo japonês. No entanto, o budismo na China, Coréia e Índia não temos tal costume. O costume de "yamabushi" já existia no Japão antes do Budismo foi importado para o Japão no século VII. Na testa de "Yamabushi", ele coloca uma pequena caixa preta chamada "tokin", que é amarrado na cabeça com um cordão preto . Ele lembra muito um judeu colocar um talismã (caixa preta) em sua testa com um cordão preto. O tamanho desta caixa preta "tokin" é quase o mesmo que o talismã judaica, mas seu formato é redondo e flor-like.


Originalmente, o talismã judaica colocado na testa parece ter vindo da testa "placa" colocar o sumo sacerdote Arão com um cabo (Êxodo 28:36-38). Era cerca de 4 centímetros (1,6 polegadas) de tamanho de acordo com o folclore, e alguns estudiosos sustentam que ela foi em forma de flor. Se assim for, era muito semelhante à forma de os japoneses "tokin" usados ​​pelos "yamabushi".



Um judeu com um talismã soprando um shofar Israel e Japão são os dois únicos países no mundo que eu conheço que o uso da caixa preta na testa para fins religiosos. Além disso, o "yamabushi" use uma concha grande como um chifre. Isto é muito semelhante aos judeus soprando um shofar ou chifre de carneiro. Do jeito que está queimado e os sons do "yamabushi do" chifre são muito semelhantes às de um shofar. Porque não há ovelhas no Japão, o "yamabushi" teve que usar chifres concha em vez de chifres de carneiros."Yamabushis" são pessoas que consideram as montanhas como locais sagrados para a formação religiosa. Os israelitas também considerado montanhas como os seus lugares santos. Os Dez Mandamentos da Torá foi dada no Monte. Sinai. Jerusalém é uma cidade em uma montanha. No Japão, existe a lenda de "Tengu" que vive em uma montanha e tem a figura de um "Yamabushi". Ele tem um nariz pronunciado e capacidades sobrenaturais.A "ninja", que era um agente ou espião nos velhos tempos, enquanto trabalhava para o seu senhor, vai para "Tengu" na montanha para obter dele habilidades sobrenaturais. "Tengu" dá-lhe uma "tora-no-maki" (um de rolagem do "tora") depois de lhe dar poderes adicionais. Esse "deslocamento da tora" é considerado como um livro muito importante que é útil para qualquer crise. Japoneses usam esta palavra algumas vezes em sua vida atual. Não há conhecimento de que um rolo de papel real de uma Torá judaica jamais foi encontrado em um site japonês histórico. No entanto, parece que este "rolo da tora" é uma derivação da Torá judaica.










Bem irmãos, como então podemos observar temos muito que aprender antes de falarmos isso é tal coisa, ou tal coisa é somente assim, infelizmente tomando emprestado o termo que um irmão recentemente me falou e achei ótimo " A cultura de um grande povo esta sendo regida por um bando de Gente de Fraldas que não sabem nem sequer a origem e significado de tudo".
Para piorar tudo, as novas gerações copiam o que sabem, elas não questionam, não se perguntam "Mas será que é só assim que as coisas são?"  Elas digerem facilmente a história dita aceita e confortável por todos, um s[abio uma vez disse " A História é feita e construída pelos que vencem, mas a verdade é exposta pelos Indícios Arqueológicos".
Futuramente vamos colocar mais coisas sobre estes ditos "mistérios", da cultura do Japão, dos samurais e demais coisas como Piramides Japonesas, ligações com o Antigo Egito e outros assuntos ligados as Ordens no Oriente. 
Gasho




















sábado, 25 de fevereiro de 2012

Shinto Ryu Unidade de Princípios e Suas Variações


Olá Para Todos os Irmãos

Como Já dissemos anteriormente no Tópico sobre Estilos de  Shinto Ryu, existem mais de 140 denominações com o nome Shinto Ryu e se pensarmos em suas variações (Há) então o numero se multiplica em alguns milhares.
Um dos mais Conhecidos em nosso País o Brasil é o Shinto Ryu Iai Batto criado por Hibinu Raifu Soke.
O Shinto Ryu Iai Batto também tem dezenas de variações em formas de execução (Há) constituindo uma unidade em termos da origem com seu criador e seus escritos chamados Den To (transmissão da espada).
Adriano Sensei , Nishida Sensei e Senseis de Aikido da Fepai Apresentação Cremona Dojo

Hibino Raifu é o mestre a quem se credita o reaparecimento dos Estilos Shinto,  ensinou desde a idade de 16 anos de idade para centenas de pessoas, cada uma delas naturalmente seguiu seu ensinamento e muitos se transformaram em grandes mestres da espada fundando seus próprios Dojos e Organizações.
Outro dia me perguntaram, Shinto Ryu é um só, não tem variações? A resposta é sim e não, O Estilo é um só (Ryu) as variações são diversas (HÁ) no geral acontece isso, mas alguns mestres resolvem pelo seu grau de entendimento ou pelo seu desejo pessoal criar um estilo próprio, então acontece uma mudança no nome do Estilo , se incorporam outras influencias que o referido professor pretende levar em frente e disso resulta uma nova prática, e esta é a forma como as artes marciais tem se multiplicado no Japão, na China, índia, Coréia e no resto do mundo: Multiplicidade de Formas, Estilos e Variações de Estilos.
Entre os leigos isso é engraçado de se observar, as pessoas dizem; Ahh isso aqui não pode existir pois o estilo é ... Outros dizem, Fulano está copiando sicrano e .... E assim vai todo tipo de comentários sem base histórica, sem entendimento profundo dos referidos assuntos a serem comentados e acima de tudo, sem a pessoa nunca ter treinado a tradição a qual está tecendo comentários. É como vemos hoje em programas de televisão e livros,  mais ou menos como se intitular especialista em Cavaleiros Templários ou Maçonaria mas nunca ter feito parte das referidas Ordens, a opinião deste tipo de pessoa é sempre superficial, só tendo  acesso a informações  de nível básico, e de conhecimento  público, tais pessoas nunca se questionaram que as informações por elas obtidas é justamente as informações que as referidas ordens querem que sejam disseminadas em  público. 

Outro dia li em um Forum que uma pessoa viu um filme de Kata Antigo e disse que alguns Katas de Ono Há Itto Ryu tem influencia do Kendo Kata (detalhe, o Ono Há Itto Ryu é só 200 anos mais antigo do que a Criação do Kendo Kata, então é óbvio que é o contrário, é o Kendo Kata que tem influência do Itto Ryu).
Esse tipo de visão limitada acontece infelizmente em estilos novos e Antigos, em pessoas com muito tempo de pratica e em pessoas com pouco tempo de prática.

Voltando ao Assunto Variedades de Estilos e Formas, se não fosse permitido existir esta multiplicidade criativa, no caso do Japão só existiria um estilo de Arte Marcial no caso da Espada, seria o  Kashima Chuko Ryu, o mais antigo estilo com quase 1700 anos de idade (temos a felicidade de treiná-lo em nosso Dojo).  No caso da Luta corporal, só existira o Sumô, que ninguém nem sabe ao certo quando começou de tão antigo que é sua existência (estima-se século 2 antes de Cristo, mas isso se refere somente a referencias escritas, as lendas relatam períodos de 4 a 5000 anos atrás).
Então por isso nosso estilo é uma variação totalmente permitida e com real objetivo de existência, e que nunca rompeu com os parâmetros originais do legado do nome Shinto Ryu.
Para exemplificar o que estamos dizendo, aqui vemos um caso desta variedade de idéias sendo aplicadas:

Takeshi Mochizuki sensei, um dos principais Mestres do Shinto ryu Iaibatto do Japão após alguns anos desenvolveu seu estilo próprio chamado Seibu Ryu, ele abriu o Estilo em 1990, e recebeu influencias de estilos como o Toyama Ryu e Shinto ryu Watanabe Há (outra variação de Shinto Ryu), ele modificou algumas da formas dos Katas para incorporar suas idéias e já gradua vários alunos agora em seu estilo próprio , alguns praticantes Europeus e Norte Americanos tem graduações de Seibu Ryu já de Godan (5º Dan).
sua Pagina seu site atual é http://www.seiburyu.com/index.html


Mochizuki sensei 

Quem dá Validade e Reconhecimento a uma Arte ou Estilo Marcial?
Em primeiro lugar o mestre que a criou e o que ele faz com seus ensinamentos (espiritualidade, eficiência em combate, aplicação de educação e civilidade), depois os praticantes que a estudaram onde a fazem crescer e ser respeitada,  depois o publico que a aceita e admira seu legado marcial e filosófico onde ensinamentos, praticas, citações e escritos dos mestre de tal arte vão perdurar através dos séculos,  talvez se for o interesse do mestre criador, tal arte pode seguir por Caminhos de reconhecimento de alguma entidade Governamental ou tornar-se politizada através da criação de uma Federação ou Confederação, geralmente esse é o ultimo caso, no Japão artes assim foram chamadas Otome waza (reconhecidas pelo Shogunato), mas existiam milhares de não reconhecidas (que não tinham nenhum interesse neste reconhecimento por razões de se manterem absolutamente fora do controle do governo) e acredite-me, ainda existem centenas de bons mestres que nem dão nome ao que fazem, mas treinam todos os dias Caminhos e formas de ver antigos Caminhos que deixariam vocês de bocas abertas dizendo, Isso é possível, um ser humano pode chegar em tal nível de espiritualidade e eficiência?
Nosso mestre Akira Tsukimoto estudou com Mitsugi Yoshimatsu sensei e com outros mestres até desenvolver suas idéias para seguir seu próprio caminho, a sua maior influencia marcial veio de seu Avô, sensei me contou que antes da Segunda Guerra mundial estourar, ele estava pronto para ir para o Japão e Herdar toda a tradição de sua Família, ai veio o advento da Guerra e o Japão entrou como componente das forças do Eixo apoiando a Alemanha e a Itália, com a derrota ficou impossível o Sensei ir ao Encontro de seu amado Avô com quem quando criança Havia aprendido tanto sobre os Segredos das Artes dos Samurais e Sohei. Essa História também foi confirmada  por Sandra AKemi Tsukimoto sua Filha mais velha e atual Cabeça dos Tsukimoto e por Tomio Tsukimoto irmão mais novo de meu mestre.
Uma pergunta que sempre me fazem é quem é dono do Shinto Ryu?
No Japão tem centenas de grupos que se congregam e progridem mutuamente,  então não existem donos, o que existe são praticantes sérios que zelam pelo nome e costumes. No geral cada mestre zela pelo seu Dojo e só pode responder pelo mesmo.
No caso de um dojo Filiado a uma Federação ou similares, elas desenvolvem políticas e seus afiliados (os mestres e praticantes)  devem seguir as mesmas, em nosso mundo moderno devido a uma questão de padronização ao melhor estilo Sociedade industrial, temos Katas padronizados, golpes padronizados, uniformes padronizados, até discurso em apresentações são padronizados hoje. Como tudo é uma via de duas (ou varias mãos), naturalmente tem vantagens e desvantagens, as vantagens são, facilitar o ensino e disseminação em larga escala (já que estamos falando de Sociedade Industrial esse é um dos objetivos da industria, produzir mais para mais). Agora as desvantagens, são: todo mundo faz a mesma coisa então não serve para surpreender ninguém e não preciso dizer que  a arte da guerra é surpresa! Verdadeiros mestres ensinam seus alunos de forma pessoal e direta (no Japão isso se chama ishin denshin), a transmissão é feita através de kuden (no ouvido), Cada mestre passa seus segredos e considerações filosóficas e estratégicas para um ou mais alunos que achar que deve passar. Quando faço um movimento em uma luta ou apresentação e escuto dos entendidos de plantão a frase- Nunca vi isso assim!, ou, Nossa, nunca vi isso desta forma! Ou mesmo, Não Valeu por que eu não vi! , eu particularmente me divirto , pois o Bujutsu é isso, surpreender, manter o oponente em estado de desorientação.
Ou seja na questão Arte Marcial para viver de verdade o que interessa é a ação furtiva que deixa o oponente e quem estiver olhando sem compreender o que aconteceu, como foram derrotados. Antigamente a pessoa  cai se esvaindo em sangue com uma interrogação na face – Como...? e puff morria.
Outro dia lutei com um Espadachim e eu estava usando o Jô como o Jô foi criado para neutralizar o Aiuchi da Espada devido a seu formato e Tamanho, cada vez que ele entrava junto comigo eu deixava marcas profundas e roxas em seu corpo enquanto o meu estava intacto devido ao comprimento do Jô. Isso já ocorreu em vários encontros com pessoas que tem uma visão mais limitada do
Já quando eu enfrentei pessoas usando Jô ou Lança e eu usando uma espada , mudo a estratégia da Espada pensando nela como em outra arma, por isso um Espadachim como diz Musashi, deve estudar vários Caminhos, entender o intercâmbio de vários Caminhos, e acima de tudo, desenvolver sua própria estratégia não ficando na mera Cópia.
Outro fenômeno  que observamos é que as pessoas leigas acham que somente por que a pessoa tem idade e barba branca,  é que ela tem algo ao ensinar, bom... Sokê Hibino Raifu começou a ensinar aos 16 anos de idade, isso quer dizer alguma coisa!
Okita Souji famoso espadachim da era Bakumatsu já era um mestre de espada e outras armas aos 14 anos de Idade.
Sakakibara Kenkichi começou a lecionar aos 16 anos também.
Takamatsu sensei aos 14 anos já era um guerreiro experiente e líder de vários alunos colecionando vários certificados de Kaiden.
Musashi venceu seu primeiro duelo contra Arima Kihei na adolescência também.
Não existe idade para se manifestar o Conhecimento, porém a idade traz a temperança da sabedoria, isso sempre. O que aponto aqui é que geralmente criamos ilusões com referência a isso
Eu, particularmente comecei a lecionar no dojo de meu mestre aos 19 anos, hoje aos 42 anos, tenho uma experiência de 23 anos lecionando seres  humanos a atingir o Caminho da Iluminação pela Espada.
Tenho certeza absoluta que como eu, este Grandes mestres começaram de um jeito, provavelmente bem simples e rudimentar, mas evoluíram como praticantes e como mestres.
Shinto ryu só ensina Espada e suas artes correlatas (Kendo, Kenjutsu, Iaido, Iaijutsu, Batto Jutsu)?
Não, os estilos mais antigos chamados Oku Shinto ensinam Espada, Lança, Arco, Naginata, Tanto, diversas especializações de Taijutsu, Kusarigama, Tessen, Shuriken Jutsu, e outras artes perfazendo 18 artes guerreiras e mais algumas culturais como o Kenbu, Shibu, Shigin, Caligrafia, Cerimonia do Chá e Ikebana.  Por que não se ensina só espada, por que um Guerreiro deve ter a capacidade e visão de enfrentar qualquer arma com qualquer arma na mão, ou mesmo desarmado. Naturalmente a Espada tem um lugar de destaque é muito importante no currículo da escola, mas não é a única visão estratégica a ser aprendida.
Agora modernamente, alguns estilos de Shinto ryu abandonaram estes ensinamentos de Sogo Bujutsu (plural de artes e estratégias) mantendo somente formas com a espada, alguns até não tem mais Katas em seiza ou tate hiza, no geral os Katas nestas formas mais modernas foram reduzidas entre 20 a 30 katas com espada longa daito  e espada curta  kodachi, alguns ainda treinam alguma coisa de Tanto Jutsu, e raramente Jo (no geral usam o Musso Jojutsu) e não o Shinto ryu Jo jutsu.
Em nossa variação nosso mestre optou por seguir a forma mais antiga e completa de Shinto ryu o Oku Shinto então temos as dezoito artes do Bujutsu em conjunto com as artes culturais chamadas Uta no Michi (caminho da poesia e elegância).
Somente mestres Japoneses entendem o Caminho?
Do ponto de vista da barreira da língua e de costumes específicos do Japão, provavelmente sim, mas se o praticante estudar com afinco, se seu mestre falar bem sua língua (Caso de nosso mestre sensei Akira Tsukimoto que deu aulas de Português para os funcionários das Industrias automobilísticas quando ficou estudando para aperfeiçoar seu Kaiden no Japão, além disso Sensei sempre fez questão de nos ensinar a Língua e suas sutilezas do Japonês antigo (Kyogo) e formal usado nas transmissões dos documentos marciais (densho). Isso produziu excelentes resultados de ensino. Eu particularmente já estive em presença de vários mestres vindos do Japão de diversas tradições Marciais e sempre conversei em igualdade de conhecimentos , aprendendo bastante e dizendo o que pensava sobre o que aprendi com meu mestre e de minha própria experiencia  o que via era sempre um belo sim com a cabeça e mais considerações trocadas, este diálogos ricos são a integração e irmandade das artes, é com isso que crescemos. No quesito Luta, já lutei e treinei com mestres de Kainden ou 8 dan de diversas artes e sempre consegui acompanhá-los tranquilamente, sempre sendo elogiado pelo que meu mestre me ensinou e o nível que ele me ensinou. Eu mesmo já treinei com mestres de outras nacionalidades como Dinamarqueses, Brasileiros, Alemães, Norte Americanos, Iraquianos, Israelenses, e o que vi foi, todos são virtuoses, todos são fortes, e estudam muito, muitos sabem até mais história e teoria que muitos mestres do oriente, e além disso, o Ocidente também tem suas tradições filosóficas e Marciais (não é atoa que vencemos a ultima Grande Guerra e lembrem-se, o Brasil venceu a Alemanha e a Italia, duas super potencias da época!). Eu particularmente além do Shinto ryu sou Rosacruz e praticante de Gnose a muitos anos, O Templarismo me veio de família onde descendo de Cavaleiros Teutônicos. Vale citar as tradições marciais dos Romanos, Egipicos, Israelences, Gregos, e tantos outros povos, não existem tolos na Arte da Guerra, então o domínio Marcial não é inerente aos Mestres do Oriente.

Panorama atual do Shinto ryu No Brasil
Nosso mestre Sensei Akira Tsukimoto não pode seguir Yoshimatsu sensei até seu final em 1977, devido a seus compromissos com o Budo  herdado de sua Família (que em parte é Shinto ryu também só que mais antigo), nosso mestre recebeu de Yoshimatsu sensei a Graduação de Menkyo Kaiden (máxima) mas não herdou o dojo de Yoshimatsu sensei pois já em 1976  já havia seguido seu Caminho Próprio, este Caminho levou de 1976 até o ano 2000 em sérios e severos estudos de Budo e Bujutsu, principalmente da parte mais Esotérica e Espiritual do antigo Shinto e Budismo Esotérico Tendai, Obaku e Shingon,   quando sentiu que estava na hora de Fundar sua Escola, mas esta escola não é uma nova escola,  como vemos, o nome Shinto Ryu (Estilo da Espada e Caminho Divino) Shinken (Lâmina Afiada, verdadeira, que diz a verdade), Bujutsu (conjunto de Estratégias, de Técnicas Guerreiras, pratica Guerreira) Tsukimoto Há (Da Variação da família Tsukimoto), então tudo foi preservado e cultivado dentro dos preceitos que nosso mestre seguiu sua vida em respeito aos mestres que lhe ensinaram.  
O Herdeiro de Yoshimatsu sensei em termos de aluno não descendente foi o sensei George Guimarães, este fato foi confirmado pleo próprio Sensei Akira Tsukimoto em uma conversa comigo onde ele explicou seu motivos do por que não quis herdar o dojo de Yoshimatsu sensei e pelos Familiares de Yoshimatsu sensei.
 George Guimarães graduou o sensei de Aikido, Severino Sales de Campinas SP com Menkyo Kaiden e isso fez de Sales sensei seu Herdeiro.
Adilson Yoshimatsu, neto de Yoshimatsu sensei é o cabeça da Família Yoshimatsu que ainda treina , é sensei de Kendo da CBK e FPK e continua levando o nome da família em frente assim como as praticas de seu Avô, ele é o herdeiro natural (Yemotsu).

Outro Grupo é o Da Nova Acrópole, ele foi desenvolvido por Hideki Hashimoto, Hideki san foi aluno de Sensei Akira Tsukimoto por vários anos quando sensei dava aulas na Associação Yamagata Kenjinkai na Liberdade em São Paulo SP e treinava Neikung na década de 80 no Instituto Bodhidharma , logo no inicio do fenômeno Dekasegi (imigrantes Japoneses que migraram para trabalhar no Japão) ele foi para o Japão onde continuou suas atividades da Nova Acrópole e depois fez a ponte para estudantes do Brasil entrarem em contato com o Japão.
O sensei Cesar Ortiz atravez de Hideki san fez contato com o Shintoryu Iai Batto no Japão , ele havia  treinado inicialmente  no Dojo de Guimarães sensei e também no Instituto Niten e nos visitou algumas vezes, atualmente é o sensei do Instituto Bodhidharma na organização Nova Acrópole e tem vários Dojos pelo Brasil e outros Países.
Outro grupo é o Shokakukan comandados por meu Irmão, o sensei Marcelo Haafeld , recebeu Chuden de sensei Akira Tsukimoto e tem seu dojo próprio onde Ensina Shinto Ryu Iaido, Kenbu e Shibu estilo Choko Ryu seu dojo fica localizado na Associação Fukishima no bairro da Liberdade em SP
Sensei Yoshimatsu teve alunos que ficaram vinculados a Grupos de Aikido de Brasilia e Minas Gerais (Shikanai sensei) eles treinam Katori Shinto Ryu e Musso Jikiden Eishin Ryu elem de Shinto Ryu Iai.
Sensei Akira teve vários alunos que também não seguiram seu Caminho até o final, ele deu aulas em vários Dojos de Kendo como o  Vila Guilherme de Toida Sensei, O Bandeirantes Kagawa Kenjinkai, deu aulas no Instituto Takemussu e no dojo de Renshin Kawai sensei , deu aulas em diversas Associações Japonesas como o Bunkyo, Associação Heiwa, Associação Yamagata, Associação Iwata, Associação Kenko, Associação Osaka, , foi Diretor de varias delas, recebeu o Titulo de Comendador do Estado de São Paulo e outras honrarias todas voltadas ao Ensino e a Cultura de seu povo.
Alguns de seus alunos deixaram de treinar, outros seguiram outros Caminhos Marciais como o Aikido, Kendo Moderno, Ninjutsu  Kenbu e shibu de outros estilos, Hoje alguns tem seu próprio dojo e desenvolvem suas próprias idéias de Budo.

Sensei Akira inicio època da Associação Brasileira de Kendo (Abraken) na Vila Guilherme, Toida sensei em pé 

O que eles aprenderam quer muito ou pouco, se mesclaram com suas experiências e atuais vivencias marciais,  também são parte do Legado da História do Shinto Ryu que vai perdurando em nosso amado país o Brasil.
Eu particularmente recebi a missão de guardar o Densho da Escola (o conjunto de todos os ensinamentos), o Inka de meu mestre para continuar ensinando como Fiel depositário da arte e devolve-la a seu legado, a Colônia Japonesa no Brasil assim como ensinar a sermos Seres humanos Melhores ajudando o povo Brasileiro a dar seu salto rumo a evolução e como somos povos Irmãos, Brasil e Japão, viva o Hakoku Shinto Ryu (Shinto Ryu do Brasil).


Gashô

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O Kendo tem suas diferenças

Olá para todos os irmãos
Achei um curioso filme sobre formas diferentes de expressar o que hoje Modernamente o grande publico acostumou-se por achar que é o "Verdadeiro Kendo" mas trantando-se apenas do molde moderno (Gendai) e esportivo da arte modificada hoje chamada popularmente de Kendo Esportivo.

Me vem a mente que a natureza segue seu curso na forma plural e não singular de existência, digo isso por que todos os praticantes deste video foram instruídos e treinados sobre a forma de agir em kendo shinai ou kendo esportivo.
O resultado, ficou bem interessante.
Gasho para todos





e por que não Um pouco de Ensinamento diferenciado Mestre ALuno



As vezes o riso é o melhor mestre
Gasho

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Princesa da Família Imperial Japonesa Kaoru Nakamaru Fala Sobre 2012 e Transformações que a humanidade irá passar


Aos Irmão e Amigos, coloquei aqui um post interessante que o Irmão Buntarô me passou ontem no Dojo, assisti a tudo e achei muito interessante, batendo com os comunicados que tenho recebido de minha espiritualidade. 
Peço que assistam e reflitam por si mesmos.
Elas nos fala de forma aberta e sem rodeios, uma pessoa de seu Backgroud e influencia que não tem medo de ser ridicularizada por suas crenças e resultados de sua prática espiritual. 


A princesa Kaoru Nakamaru é neta do Imperador Meiji, tendo passado toda a sua infância no Castelo Proibido, na China. Fez mestrado na Columbia University, sendo também Jornalista e especialista em Politica Internacional. Teve contato com reis, presidentes, primeiros ministros e personalidades dos negócios de vários países do globo. Deu inúmeras palestras, escreveu livros e, na televisão, atuou como comentarista de assuntos políticos internacionais.
Reconhecida como alta personalidade pelos Newsweek e pelo Washington Post, Kaouru é uma amante da paz e da fraternidade, tendo inclusive percorrido lugares marcados pelos conflitos de modo a tentar a conciliação – assim como o fez quando esteve com os ditadores Saddam Husseim e Muamar Khadafi.
ela é uma maiko consagrada ao Shintoismo, uma Sacerdotisa e Vidente com sua vida dedicada a paz e a espiritualidade. 

Anos atrás,  em conversa com um sensei amigo e Falecido, em grande sacerdote Shingon Nakata sensei, dominava a arte do Sangaku (numerologia cabalistica), em uma visita que fui a sua Casa, algumas vezes como meus irmãos Marcelo e Ernani Sensei, outras sozinho. Nakata sensei havia me dito algumas coisas quando frequentava sua casa no Peri Peri em São Paulo SP, isso foi no fim da década de 80 e entre  o inicio de 90
1 ele sabia que éramos como Guardiões e que por causa de nossa missão espiritual, escolhemos os Caminhos como o Verdadeiro Kendo antigo e demais praticas espirituais
2 Que  tínhamos de nos preparar para o Grande Período de Tribulações para auxiliarmos os que estiverem a nosso alcance somando forças com a Luz 
3 Que as Trevas iriam tomar conta por três dias no dia da tribulação.
4 Que levaríamos várias pessoas a despertarem novamente sua Alma de Guardião Guerreiro.
5 Que, quando temos este despertar, não precisamos temer mais nada, pois viveremos em uma nova Terra, um novo plano dentro deste plano

Nakata sensei nunca me disse que seria exatamente  em 2012, ele me disse que pelos seus cálculos, que seria no novo milênio, bom 2012 cai no novo milênio, é um forte candidato.  
Ele não disse que o mundo iria acabar,, mas que o período seria de Grandes, Grandes Tribulações, sofrimentos, transformações e que somente os que buscam a essência divina iriam Passar para este novo plano. 

Então esta é a essência que procurei durante toda minha vida dedicada aos Caminhos,  eu não pratiquei as Artes Marciais como sendo uma Carreira, aliás gostaria de dizer que o  Shinto Ryu praticado por nós NADA TEM HAVER COM ABSOLUTAMENTE NADA TERRENO, que qualquer Arte ou Prática desenvolvida em nossa Ordem e Dojo  nada possui em comum com as práticas hoje fragmentadas, decaídas e preconizadas pelo atual panorama de qualquer Arte ou Caminho Marcial, então o que sobrou em comum entre nosso Kendo, Nosso Kyudo, Nosso Aikijujutsu, nosso Kenbu, Nosso Sojutsu, Enfim qualquer Arte que nos dedicamos dentre as diversas, somente são os nomes em comum para designar seus Caminhos é tempo de Revelar pois estamos nos Tempos da Revelação. 

Muitas vezes as pessoas me perguntam, esse estilo é isso, ou é aquilo, vocês são ligados a isso ou Aquilo,  a tal estilo ou a tal forma. 
Não somos ligados a nada que seja instituído pelos Homens do Mundo e suas Organizações 
Nós somos ligados aos Jinai, poderosos Yamabushis e Sohei, verdadeiros templários do Oriente que secretamente cultivaram suas artes de diversos Caminhos cuja Família de Meu mestre era Descendente, dai vem a singularidade de nossas práticas assim como sua Eficácia como demonstramos em algumas apresentações , Shiniai (encontros de Luta dentro e fora do dojo) e quando somos visitados por praticantes de artes marciais modernas ou tradicionais.

Ano Passado tive a visita de uma Sensei de Kyudo de Sexto Dan da NKK, eu demonstrei nosso Jinai Ogasawara Kyujutsu  com a mão Esquerda, depois com a Mão direita, tiro reto, tiro reverso, tiro ajoelhado, tiro em movimento, tiro por entre pilastras,tiro diagonal,  distancia de 25 metros, todos no centro do mato. 
Seu comentário foi  " -É e não é Kyudo, vejo diferenças nas posturas, no entanto vejo o espirito do Kyudo em cada gesto, no entanto cada gesto difere do Modo do Kyudo como o conheço, isso é algo permeado do antigo, e no entanto me é novo, fiquei abismada de ver o Sensei Sojobo disparando, seu hanare é diferente, no entanto libera a energia, ele não tem a estética do que conheço como Kyudo, no entanto é profundo no espirito do Hanare pois vi todas a setas cravarem no Centro do Alvo."

Isso se repete em qualquer pratica por nós efetuada, todas passam pela mesma ótica, Espada, Meditação, Magia, Dança, Poesia, Outras Armas, Conhecimentos de Forja e Alquimia, tudo tem  a Ciência Jinai por nós cultivada e aprendida. 

Em nosso Dojo cultivamos a paz interior  e a Força Guerreira para Derrotar Demônios e Seres que Sejam Servos de Demônios.  Infelizmente muitos seres humanos seguem o Caminho dos Demônios e um Templário do Oriente deve fazer seu trabalho e reconduzi-lo a luz, para isso temos varias ferramentas e o conflito é a ultima solução mas afirmo que cada um de nossos irmãos estão com as espadas atentas aos demônios do vazio. Compaixão e Prontidão , isso faz um bom guerreiro!
Compaixão para solucionar os problemas reconduzindo-os a Harmonia e Luz 
Prontidão para usar a força da Luz quando não ha outra alternativa para corrigir o medo, o ódio,  a ignorância  e todas as forças negativas cultivadas e herdadas pelos encarnados e desencarnados


Os ensinamentos transmitidos direto de Deus, do Kami e que são Seguidos por nós  não visam em absoluto somente ensinar a usar uma espada, um arco, uma lança, ou só estratégia, mas sim DESPERTAR A CHAMA DO GUARDIÃO ETERNO INTERNO DE CADA UM DE NÓS. 
Para isso obtemos através da meditação profunda YNYO Shinkan o PODER do NOME
Então todo estilo que praticamos passa pela  ótica e ciência Jinai, onde segredos Cabalísticos (Sangaku) e Esotéricos são vislumbrados e Compreendidos para que avencemos em nossa Transcendência. 




Ao Nakata Sensei e a Sua Alteza Imperial  Domo Arigato Gozaemashita 
Gasho